Cuidados Intensivos
A Medicina Intensiva tem continuamente crescido e expandido, nos componentes cultural, tecnológico e geográfico.
A monitorização e a instrumentação estão a melhorar continuamente e cada vez mais Hospitais possuem áreas de Cuidados Intensivos.
A Medicina Intensiva desenvolveu-se com velocidade sem precedentes e a procura estendeu-se ás áreas médica, cirúrgica e pediátrica.
A Medicina Intensiva deve o seu progresso ao desenvolvimento de inovações terapêuticas, com base em novas visões da fisiopatologia ou em novas tecnologias.
O objectivo da Medicina Intensiva, como o entendemos hoje, é restaurar a função de órgãos vitais, de modo a ganhar tempo para tratar um doença subjacente e proporcionar uma qualidade de vida apropriada no futuro.
Neste contexto, pacientes gravemente debilitados e com compromisso de função de órgãos vitais, são mantidos vivos com recurso ao suporte ou mesmo substituição das funções lesadas.